maio 17, 2009

O deputado federal Nelson Pelegrino (PT-BA) assume Secretaria da Justiça

O deputado federal Nelson Pelegrino (PT-BA) assume Secretaria da Justiça

Acabo de receber o convite: "O Excelentíssimo senhor governador Jaques Wagner tem a honra de convidar V. Sª para a cerimônia de posse do Secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Estado da Bahia, senhor deputado federal Nelson Pelegrino e transmissão do cargo pela senhora Marília Muricy, a realizar-se no dia 4 de maio, às 14horas". Local: Fundação Luis Eduardo Magalhães, 3ª Avenida, Centro Administrativo da Bahia. Traje passeio completo.

Pandemoniacos no Brasil

A grave crise em gestação no Brasil não é econômica, política ou social, mas de Estratégia Nacional. De repente, parece que o Estado sumiu, restando apenas o governo em seu lugar. Ou restaura-se o Estado soberano no Brasil ou, em menos tempo do que se imagina, o território nacional poderá entrar em processo de fragmentação.
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Alvos Errados
Um artifício conhecido por todos militares são os simulacros, isto é falsos alvos para atraírem o fogo inimigo, livrando o que realmente queremos preservar
Leia na íntegra no Casamata
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Nos últimos dias alguns blogueiros lançaram alertas através de seus posts.Resumindo, enquanto travamos pequenas batalhas outros vencem a guerra.
Sim, temos a tendência de deixarmos para depois o que realmente nos apavora ou até por ser  trabalhosa a abordagem, então nos tapeamos com divulgações de " bobagens sérias " que pouco acrescentarão ou transformarão o contexto que vivenciamos.
A hipocrisia está lançada na estratégia do jogo do poder, podemos acertar alguns lances mas do jeito que vai,o premio maior não será nosso.
 
O Brasil esteve unido nas adversidades, unido e nos orgulhávamos de nossa gente, de nosso território.
O que vemos agora, é uma não mais velada destruição das instituições e princípios que regem nossa sociedade. O arrepiante termo " Banalidade " nos invade. Nossos credos, nossa irmandade,nossa terra e poderes estão sendo consumidos pela barbarie da banalidade.
Cegos nos tornamos lentamente, uma membrana virulenta nefasta nos impede perceber como estão nos atingindo.
O vírus é pandemoníaco, precisamos de tratamento imediato para termos a visão total e objetivar o foco da cura.

e o mal foi afastado

Ahmadinejad cancela viagem à América Latina - IRNA

O presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, cancelou a viagem que tinha previsto fazer a três países da América Latina, entre os quais o Brasil, informou a agência de notícias local iraniana Irna. Em vez do périplo latino-americano, Ahmadinejad vai a Damasco, capital da Síria, encontrar-se com o presidente sírio Bashar al-Assad e debater questões de interesse mútuo para os dois países e assuntos de desenvolvimento regional.

Fonte Dois em Cena

Queremos de volta as cores de nossa Bandeira!

As omissos, aos cúmplices de tiranos, aos que silenciaram e silenciam, saibam que não dignos de pisar nestas terras brasileiras.
 
O silencio é o trovão dos omissos
 
Queremos de volta as cores do Brasil. Cores da esperança, do brilho, do progresso, da união dos povos, raças e credos.
 
 

Epidemia do despreparo gripe A

A falta de preparo, o desconhecimento e a influência econômica interferem no discurso de autoridades sanitárias no mundo todo. Em vez de alertar a população, acabam por alarmá-la, provocando mais estragos que o próprio surto virótico.

A gripe suína é provocada por um tipo de vírus influenza, da mesma família que pode provocar a gripe comum e a aviária. Esta espécie é o mais frequente motivo de infecção de vias aéreas por vírus em humanos, porcos e aves, podendo causar desde um simples resfriado até uma grave pneumonia.

É provocada mais frequentemente pelo vírus influenza tipo A, subtipo H1N1. A infecção passa de um porco doente para outro por contato com secreções de espirros, gotículas de saliva e contato físico íntimo.
 
Leia na íntegra Carta Capital

Direitos das testemunhas

Utilizar modificador de voz, não depor na presença do acusado e ter endereço mantido sob sigilo estão entre as garantias aprovadas pela CCJ

Proposta que assegura à vítima e à testemunha de delito novas formas de proteção, entre as quais o direito de não depor na presença do acusado ou de familiares ou amigos dele, bem como o direito de depor encapuzadas ou usando microfone com modificador de voz, foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em caráter terminativo.
De acordo com o autor do projeto (PLS 173/01), Alvaro Dias (PSDB-PR), a intenção é cercar de garantias especiais as vítimas e testemunhas de delito, para que elas possam, "segura e tranquilamente", prestar colaboração. A proposta – que altera a Lei 9.807/99, que estabelece normas para a organização e a manutenção de programas especiais de proteção a vítimas e a testemunhas ameaçadas – já havia sido aprovada na CCJ em novembro de 2006, mas, devido ao término da legislatura sem que tenha sido analisada em Plenário, retornou à comissão.

O projeto garante ainda à vítima e à testemunha o direito ao sigilo dos respectivos endereços, que não poderão constar dos inquéritos e processos judiciais. Prevê também que fiquem em sala separada do acusado enquanto estiverem à disposição do juiz.

– Vale ressaltar que o sucesso da investigação policial e o bom resultado final do processo criminal dependem muito do interesse da vítima em colaborar, pois é ela quase sempre quem comunica o crime e indica as principais testemunhas – afirma o relator, Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

Do Senado

Aprovado projeto que inibe tráfico de órgãos humanos

COMISSÕES / Constituição e Justiça
15/04/2009 -
Aprovado projeto que inibe tráfico de órgãos humanos

A autorização judicial para doação de tecidos, órgãos ou partes do próprio corpo para transplante em pessoa que não seja cônjuge ou parente consanguíneo do doador, só será aceita caso a petição solicitando a referida autorização seja instruída com laudo subscrito por dois médicos, com pós-graduação ou título de especialista, integrantes de equipe de transplantes cadastrada no Ministério da Saúde.

Foi o que decidiu nesta quarta-feira (15) a Comissão de Constituição Justiça e Cidadania (CCJ) ao aprovar projeto de lei (PLC 84/04), de autoria do deputado Aloysio Nunes Ferreira. Na prática, a proposta tem por meta inibir o tráfico de órgãos humanos.

O projeto determina ainda que o juiz também poderá estabelecer, quando a matéria não lhe parecer suficientemente esclarecida, nomear perito para que seja feito novo exame do doador.

O projeto segue agora para análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde será votado em decisão terminativa.

Cláudio Bernardo / Agência Senado
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Leia mais neste Blog matérias sobre Tráfico de Órgãos.
Foto, matéria sobre o comercio ilegal nos Estados Unidos
 

CCJ aprova mais recursos para partido que eleger 30% de mulheres

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou ontem
(14/05) o Projeto de Lei 3563/08, da deputada Íris de Araújo (PMDB-GO), que destina 10% dos recursos do Fundo Partidário para partidos que elegerem pelo menos 30% de mulheres para a Câmara. Ou seja, do total de deputados federais eleitos pelo partido, 30% deverão ser mulheres, para que o partido entre na partilha desses 10% do Fundo Partidário. A proposta altera a Lei dos Partidos Políticos (9.096/95).
A relatora, deputada Sandra Rosado (PSB-RN), que deu parecer favorável, afirma que o projeto representa um "novo passo na direção de oferecer às mulheres mais espaço de poder político". A relatora concorda com a autora quando observa que é insuficiente a cota de gênero de 30% das vagas de candidatos nas eleições proporcionais, já garantida pela lei.

Forma de distribuiçãoAtualmente, 95% do Fundo Partidário são distribuídos aos partidos na proporção dos votos obtidos na última eleição para a Câmara dos Deputados, e os restantes 5% são divididos em partes iguais entre os partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O projeto mantém os 5% divididos em partes iguais entre os partidos e reduz de 95% para 85% a parcela distribuída com base na proporção do voto. O objetivo do projeto é estimular os partidos a capacitar e fomentar candidaturas femininas, aumentando o acesso das mulheres à vida política.
O Brasil tem um dos piores índices de representação de mulheres no poder público, segundo a União Interparlamentar. Entre 156 países, o Brasil ocupa a posição de número 108 quanto ao número de mulheres na Câmara Federal. São apenas 46 deputadas no total de 513, e 11 senadoras de um total de 81, média abaixo tanto da mundial como da latino-americana.
Tramitação
O projeto tramita em regime de prioridade e segue para o Plenário.

Por Luiz Claudio Pinheiro, da Agência Câmara(Envolverde/Agência Câmara)

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Projeto de Lei 3563/08 

14/5/2009 -  Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania  (CCJC) -  Aprovado por Unanimidade o Parecer.

Pesquisem Projetos de Leis e outras proposições

maio 02, 2009

Nossa legião está determinada a inspirar dignatários do poder político do oriente a se aliarem a alguns estados sul-americanos


Dos dragões em conferência no Império das Sombras

" A idéia de destruturar a economia global com certeza levará os povos da Terra a um grande derramamento de sangue. haverá desespero, suicídios e vários levantes entre os países menores e mais pobres."
"Nossa politica precisa seguir o planejamento traçado na última conferência, quando determinamos que trabalharíamos para destabilizar os fatores economicos e sociais do mundo a partir das bases no Oriente Médio. Uma vez comprometida a economia mundial, inclusive com sério prejuízo para muitos empreendimentos de nossa nação, as pessoas no planeta não terão o mínimo de tranquilidade para pensar em sua vida espiritual."
" Nossa legião está determinada a inspirar dignatários do poder político do oriente a se aliarem a alguns estados sul-americanos. Pretendemos alimentar a idéia de que uma coalizão de governos antiamericanos representará oposição à política espansionista dos EUA"
" Ninguém ignora que, notadamente no Oriente, as questões religiosas estão intrinsicamente associadas ao fator político e, com intensidade ainda maior ao terrorismo"
" Novos planos estão sendo traçados por nossos cientistas da religião, visando envolver as pessoas em consceitos absurdos, mas facilmente admitidos por aqueles que não estão acostumados a usar o raciocínio crítico ou pensar de forma mais lógica"
" Devemos minar os esforços dos emissários do Cordeiro em qualquer contexto no qual se apresentem"
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Livro Legião :1a. edição em setembro de 2006
"No meio de ti aceitam-se subornos para se derramar sangue; recebes usura e lucros ilícitos, e usas de avareza com o teu próximo, oprimindo-o.
E de mim te esqueceste, diz o Senhor Deus."
Ezequiel 22:12"

"...pois a nossa luta não é contra os seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais." Efésios 6:12
.....
 
2009
 
A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, manifestou nesta sexta-feira sua preocupação com as incursões diplomáticas da China e do Irã na América Latina, classificadas por ela de "bastante preocupantes".
 
 
Vigiai Guardiões!

"A " para os cArA s!

Esperamos que apertem fortemente suas mãos no dia 06 de maio de 2009!
 
Gripe ' A " para voces!
 
Os brasileiros saberão quem são as empresas que apoiarão estes acordos comerciais!
Suas empresas se manterão só com as exportações?
 
Como podem fazer acordos com paises que matam seus jovens, crianças e mulheres?
Como podem  receber em nosso país tiranos de seus próprios povos?
Não podem nÃo!
 
 
'A" para os CARAS !

MANIFESTAÇÃO NA PAULISTA 03/05 contra a vinda do presidente do Irã ao Brasil.

MANIFESTAÇÃO NA PAULISTA
Em uma iniciativa da Juventude Judaica Organizada (JJO) em parceria com grupos judaicos, evangélicos, homossexuais, bahais, de defesa dos direitos humanos e da mulher, com a participação de autoridades e políticos, será realizada na Avenida Paulista neste domingo uma manifestação contra a vinda do presidente do Irã ao Brasil.
Um país democrático como o Brasil NÃO PODE receber um defensor do totalitarismo, da homofobia, do revisionismo histórico, da discriminação de mulheres e religiosa (bahais, evangélicos, judeus e outras minorias torturadas, massacradas e mortas no Irã); e da destruição de Israel, sem criticá-lo abertamente.

Dia 03/05, domingo, às 11h00
Praça Ml. Cordeiro de Farias (Pça dos Arcos, na Esquina da Av. Angélica com a Avenida Paulista)
 
Petição em Andamento
Assine a petição do De Olho Na Mídia:
Genocídio e Revisionismo: Não Em Nosso Nome!
 

Entre endemias, epidemias,pandemias na Bahia

 A Vigilância Epidemiológica do Estado da Bahia confirmou, na noite de ontem, 27, a suspeita do primeiro caso de gripe suína em território baiano. 
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Leia mais sobre a Gripe Suina
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Então temos Dengue,Leptospirose,Meningite e agora...
 
Dezenas já morreram em 2009 pela Dengue hemorrágica, mais de 50.000 infectados pela Dengue!
 
A Bahia é um dos maiores destinos turísticos do Brasil, cuidem dela pelo bem do país!

Territorio Mulher

A quem foi dado o saber!
A quem foi permitido conhecer!
A ti mulher!
Prova a tua força!
Honra a tua fé!
 
2006 > 2009
Itacaré - Bahia
Ana Maria C. Bruni
 

Vejam só como caímos na conversa da diplomacia, da Democracia!

São tantas falcatruas, corrupções, desvios de tudo, construções faraônicas, passeios internacionais.
São tantos os culpados, (evitarei pelo bem da diplomacia chamá-los de criminosos)
São tantas escutas inúteis, pois ninguém fala
São tantas operações que se vão como areias na marolinha.
São tantos e tantos escândalos
São tantos os indignos que colocamos no poder
 
E entre os brados de " Nos desculpem " " Eu não sabia de Nada", escuta-se bem de  longe " Acabem com o Congresso ". Alguém ouviu?
Sábios articuladores são estes com suas armadilhas. Apresentaram os petiscos certos, nas épocas certas, a fisgada infernal deu certo, poucos escapam da rede. Salve-se quem puder! E ninguém pode.
 
Assim derrubam Congressos, governos, constituições, sem armas de fogo reais, mas com o fogo do inferno atrativo os fizeram queimar pelo prazer e dinheiro suas outroras convicções idealistas.
 
E nós, famintos pela ética, pela justiça, integridade, pelo pão, não temos escolha ,nos alimentamos com os tóxicos do poder ou nos matamos de fome.
 
Sem saída só podemos dizer: Melhor com eles do que sem eles.!
 

Passagem para o Inferno

Aviões passam repletos de poderes
os terráqueos observam indignados!
 
Não sobra um decente!
Nem o avião cai!
Nada acontece!
 
Só voam, engravatados
Passeiam " lá fora "
Não querem ser vistos por nós,
os loucos que os colocaram no poder!
 
O que são vocês?
Quem são vocês?
Afastem-se de nós!
Fiquem por outros ares
com os abutres que os circundam!
 
Não devolvam nada!
Nem peçam desculpas!
Que sejam suas passagens para o inferno!
é o que o povo daqui debaixo deseja
 

Em nome do Pai não permitam dizerem que o Holocausto não existiu

Em memória dos que morreram.
Em memória dos que lutaram
Em memória daqueles que defenderam os perseguidos
Em memória dos milhares de cristãos,  judeus, ciganos,católicos exterminados durante o HOLOCAUSTO
Não permitam que apaguem nossa memória sobre o Holocausto!
 
Devemos nos lembrar sempre e sempre dos horrores a que milhões foram submetidos!
Não dêem ouvidos a ditadores!
Não aceitem que nosso país fale por vocês e recebam representantes de países que incentivam o terrorismo!
Não aceitem que o Brasil se manche pela omissão e se venda desta forma infame!
 
Ana Maria C. Bruni

Conversa com o Governador Jaques Wagner

Jaques Wagner nasceu no Rio de Janeiro em 16 de março de 1951. Sua atividade política iniciou-se em 1968 quando ingressou no movimento estudantil e presidiu o Diretório Acadêmico da Faculdade de Engenharia da Pontifícia Universidade Católica (PUC). Em 1973, perseguido pelo regime militar, teve que abandonar o curso de Engenharia, quando faltava muito pouco para se formar e chegou a Salvador, na Bahia, em 1974. Desde então, Wagner vive na Bahia, onde iniciou sua trajetória profissional e política. Jaques Wagner é baiano por opção. (Leia mais)

Prezado Senhor Governador da Bahia Jaques Wagner

Vamos conversar como cariocas, pois a situação está muito complicada na Bahia.
Vim como o senhor também do Rio de Janeiro -cidade maravilhosa -em 1998 para Itacaré- Bahia, diziam ser um paraíso. Nosso Rio deixou de ser maravilhoso e por aqui está mais para inferno terrestre..


Não quero escutar nos meus, espero,derradeiros anos neste estado, que a situação trágica da Bahia foi obra de cariocas. Sabe como é, dizem ironicamente que não fazemos nada...

Li seu perfil,sua trajetória em seus 58 anos, sua atuação desde 1974 neste estado- Um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores no Brasil-Ministro do Trabalho e Emprego do Governo Lula-Deputado Federal -Líder da bancada do PT -Secretario Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social -Ministro das Relações Institucionais -Interlocutor político e social do governo Lula e atualmente Governador da Bahia.

Quando assumiu o governo em 2007 minhas esperanças renasceram, prometia transformações,mas estamos em 2009 e não estou nada satisfeita com a atuação deste carioca que se diz baiano de opção.Preferiria que tivesse dito " de coração ", mas isto é só um detalhe...

Então como irmãos de Terra e adotivos desta Terra baiana lhe pergunto: Como um carioca tão capacitado pôde deixar a Bahia nesta situação? Quem são estes que o cercam? Quem lhe traz informações sobre a saúde,educação, fome, saneamento, violência,habitação? Quem são estes de sua equipe?

A história nos apresenta grandes feitos de baianos e baianas, gente culta, instruída, lutadora, competente. O senhor está cercado por elas? Por gente que ama a Bahia e que deseja o melhor para os que vivem aqui?
Quais são as prioridades do Chefe executivo da Bahia? Até construirmos novos aeroportos, ferrovias, resorts de luxo e novas indústrias estrangeiras investirem por aqui quantos baianos desaparecerão destas terras? Quantos perderão seus investimentos? Quantos retornarão para seus estados de origem desalentados e arruinados? Quantos baianos sairão da Bahia em busca de meios de sobrevivência?Quantos terão dengue e morrerão ainda? Quantos?

Não se almeja cargos de chefia em governos se a meta não for atuar com transparência, eficiência e cuidados extremos com os cidadãos sejam seus eleitores ou não. São vidas, nossas vidas que seu governo administra. O senhor gostaria de sua vida administrada por seu governo?
Não nos diga que faz o que se pode, nem culpe a Crise de 2009. Por favor não espere 2010 para realizar obras e tomar medidas essenciais e urgentes para a população.Seja um carioca honesto para com a Bahia.

O senhor possui um censo populacional de cada cidade da Bahia? Conhece realmente as necessidades e o potencial a ser desenvolvido de cada município? O senhor já teve dengue?

Governador Jacques Wagner o senhor ama a Bahia?

Do Itacare Politica

E então governador Jaques Wagner ?Troca de cabeças no comando-geral da PM

 

"Realmente, apenas o governador Jaques Wagner pode revelar os motivos que o levaram a tomar tal decisão". Com esta declaração, o coronel Antônio Jorge Ribeiro de Santana confirmou na sexta-feira, 1º, sua saída do cargo de comandante-geral da Polícia Militar da Bahia (que ocupava desde janeiro de 2003), atestando os rumores que circulavam desde quinta-feira nos meios político, sindical e na própria corporação.

Apesar da declaração de Santana, no site da agência de comunicação do governo foi publicada a informação de que o coronel "pediu exoneração, nesta sexta-feira [1º], alegando razões pessoais". O coronel Nílton Régis Mascarenhas, atualmente à frente do Comando de Policiamento da Região Leste (Feira de Santana), foi anunciado nesta sexta mesmo como novo comandante-geral da corporação no Estado.

Santana deixa o comando da PM em um momento delicado para a segurança pública no Estado, especialmente em Salvador, onde o aumento no número de homicídios atinge índices alarmantes. "Talvez a mudança no comando da PM seja uma forma que o governador encontrou para dar uma resposta à sociedade diante desse aumento da quantidade de homicídios", sugeriu o coronel.

De acordo com Santana, Jaques Wagner anunciara a intenção de mudança do comando da PM no prazo de dois anos após o início de sua gestão, em 1º de janeiro de 2007. "Desde que ele [Wagner] assumiu o governo, que já havia esse plano de mudança. Ele me chamou ontem [quinta-feira] para comunicar sua decisão e tratou a questão com muita consideração comigo. Saio sem resquícios de mágoa", completou o coronel.

ESTÍMULO – Em nota oficial, emitida no final da noite desta sexta-feira, o governo informou que a troca de comando será feita em solenidade, na próxima quarta-feira, na Vila Militar, nos Dendezeiros, Bonfim. "Reconheço o trabalho realizado e agradeço ao coronel Santana pela sua dedicação ao longo de cinco anos e sete meses no comando da corporação. Sua saída decorre de um processo natural de alternância – até como estímulo aos demais oficiais coronéis", declarou Wagner, na mesma nota.
Samuel Lima, do A Tarde
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Coronel Mascarenhas é o novo comandante da PM
Agecom

O coronel Nilton Régis Mascarenhas, 56 anos, é o novo comandante-geral da Polícia Militar da Bahia. Ele substitui o coronel Antonio Jorge Ribeiro de Santana, que pediu exoneração, nesta sexta-feira (1º), alegando razões pessoais. A passagem de comando será nesta quarta-feira (6), às 9h30, na Vila Policial Militar dos Dendezeiros, Cidade Baixa.

Atualmente, o coronel Mascarenhas comanda o policiamento da região Leste, com sede em Feira de Santana. Ele também comandou o policiamento da Região Norte, em Juazeiro; o Policiamento Especializado, onde participou da criação e instalação das Companhias de Ações Especiais de Luis Eduardo Magalhães (Ciac), Posto da Mata (Caema), Vitória da Conquista (Caesg), Xique-xique (Caesa) e Esplanada (Cael); e o policiamento da capital, entre 2005 e 2007.

Antes de ser coronel, Nilton Mascarenhas foi subcomandante da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa); comandante do Corpo de Alunos Oficiais da PM; assistente militar do subcomandante-geral; comandante do Batalhão de Choque; e do 20º Batalhão, em Paulo Afonso.

Leia aqui

Muitos Sinos se dobrando na violência da Bahia

Seis promotores investigam fraude na PM

Podem nascer Mosquitos - Dengue! Chuva no Sul da Bahia!

 A chuva chegou e com ela podemos dar como certa a infestação geral pela Dengue no Sul da Bahia

 O índice geral de infestação de larvas do mosquito da dengue recomendado pela Organização Mundial de Saúde é de 1% ,algumas cidades como Itabuna  o índice é de 16,8%, nas outras cidades sabe-se lá pois nada informam!

Itabuna já teve 8 mortes confirmadas, outras como dizem ainda sobre " suspeita" e mais de 6.000 casos. A Dengue avança para Ilhéus e cidades vizinhas.

O índice é alarmante,  um silêncio " turístico- comercial-empresarial" reina por estas bandas enquanto milhares adoecem e morrem.

Ide!

e foram apontados os Imundos e Imundas,
alguns entraram nos porcos
e se precipitaram endemoniados,
em abismos longe daqui
 
Outros permanecem no meio de vós
Vós os acolhem
e dizem para que eu me vá!
 
Fiquem com os demonios
no que chamam de Paraíso
 
Ana Maria C. Bruni
Mateus - Expulsão dos demônios
 

Mentira I por Olavo de Carvalho

Falso amor à justiça: Brasil-Mentira I

Nação nenhuma tem o monopólio da imoralidade, mas algumas foram dotadas com uma quota extra que as torna exemplos de escolha numa investigação de filosofia moral. Ao incluir o Brasil entre elas, não tenho em vista as famosas taxas nominais de corrupção, onde, ao contrário, as comparações com outros países têm até um efeito consolador sobre as almas dos nossos compatriotas. Refiro-me a fenômenos de outra ordem, mais difíceis embora não impossíveis de quantificar. Já observei mais de uma vez que a nossa literatura de ficção, escassa em personagens de grandeza excepcional, santos, heróis ou monstros, é rica em figuras de minúsculos farsantes, mentirosos, fingidores compulsivos e semiloucos de vários matizes, que se abrigam numa esfera de irrealidade, fugindo da própria consciência. Com uma ou duas exceções, os personagens do maior e mais significativo dos nossos romancistas são todos assim. Também o são os de Lima Barreto, Raul Pompéia, Marques Rebelo, Annibal M. Machado e tantos outros, sendo até covardia lembrar a figura de Macunaíma, na qual os brasileiros se reconhecem tão facilmente, e cuja veracidade sociológica é atestada por um milhão de piadas populares que mostram os nossos conterrâneos em traços bem parecidos com os dele.

Uma vaga consciência de que há algo de errado com os padrões de moralidade da nossa gente perpassa as conversas familiares, as crônicas de jornal, os espetáculos de cinema e teatro, as novelas de TV, etc., e alimenta algumas discussões de mais alto nível, como aquelas que aparecem em livros de Paulo Prado, Mário Vieira de Melo, J. O. de Meira Penna, Roberto da Matta, Ângelo Monteiro. O que aí se destaca não é a propensão à criminalidade propriamente dita, mas uma tendência quase incoercível a preferir antes o fingimento do que a sinceridade, antes a aparência artificialmente construída do que a realidade conhecida. É como se o brasileiro não acertasse jamais falar com a sua própria voz, sentindo-se antes compelido, por um intenso desejo de aprovação – também ele camuflado –, a imitar o tom das conveniências momentâneas.

Desde os tempos de Lima Barreto, não se atenuou nem um pouco o vício nacional de sacrificar a ambições mesquinhas, se não à busca obsessiva de segurança contra perigos imaginários, os impulsos mais altos do espírito humano, condenando-os, não raro, como tentações pecaminosas, provas de vaidade, cobiça, pedantismo ou desprezo pelos semelhantes. As vocações intelectuais e artísticas são aí especialmente sacrificadas, não só quando se vêem esmagadas pela pressão e pela chacota do ambiente, mas até mesmo quando se realizam, porque o fazem num sentido oportunístico e farsesco, o único possível nessas condições, que as transforma em caricaturas de si mesmas.Nas últimas décadas, porém, essa deformidade moral crônica foi se acentuando de tal modo que começa a assumir as feições de uma sociopatia alarmante, disseminada sobretudo entre as classes cultas com mais acesso aos meios de difusão. As opiniões dessa gente vão se afastando dia a dia de todo padrão universal de veracidade e moralidade, ao ponto de constituirem já um sistema ético peculiar, válido só no território nacional, fechado e hostil às exigências da consciência humana em geral, inacessível a toda cobrança superior de idoneidade e racionalidade.

O mais característico desse novo sistema é que seus criadores e representantes não têm a mais mínima idéia de quanto suas falas, atitudes e julgamentos são imorais, maliciosos e alheios àquele mínimo de franqueza que uma alma deve ter ao falar consigo mesma para que, quando fala com os outros, se reconheça nela a voz de uma "consciência", um espírito alerta, uma presença viva. Falar numa linguagem de estereótipos, com um automatismo sufocante, parece que se tornou obrigatório.O fator que mais contribuiu para isso foi decerto a tomada dos meios de comunicação, do sistema educacional, das instituições de cultura e dos altos postos da política por uma geração marcada pelo sentimento de vitimização, acompanhado, inevitavelmente, da crença na sua bondade intrínseca e na recusa completa, radical, absoluta, de encarar seus supostos inimigos como sujeitos humanos portadores de uma consciência moral, capazes de dar razão de seus atos e merecedores de um confronto justo. O sentimento de impecância essencial, que está hoje disseminado em todas as classes falantes deste país, predispõe a um discurso de acusação indignada que encobre os mais óbvios pecados próprios sob a impressão – artificiosamente reiterada ao ponto de tornar-se uma carapaça invulnerável – de estar sempre discursando em nome de valores sublimes sufocados pelo mundo mau, quando, na verdade, o que torna o mundo mau é acima de tudo o número excessivo de pessoas imbuídas desse mesmo sentimento.

Um dos sintomas mais alarmantes dessa patologia é a fúria justiceira com que as autoridades e seus acólitos, os "formadores de opinião", investem contra delitos menores, sobretudo de ordem financeira, ao mesmo tempo que toleram, como detalhe irrisório, a taxa anual de 50 mil homicídios que faz do Brasil a nação mais cruel e assassina do mundo. Quando um magistrado exclama que 94 anos de cadeia são punição branda para a sonegação fiscal e delitos correlatos, ao mesmo tempo que assassinos em série, seqüestradores e traficantes de drogas são protegidos pela leniência das leis e ainda celebrados como vítimas da sociedade má, está claro que uma nova classe falante subiu ao primeiro plano da cena pública, intoxicada de uma tal dose de rancor invejoso contra a "burguesia", que não hesita em conceber traficantes multibilionários como pobres vítimas do capitalismo, fazendo deles aliados na epopéia revolucionária da "justiça social" que pretende implantar.

Leia Olavo de Carvalho

Tudo se transforma

Nos criminosos nada se cria, nada se perde, tudo se transforma em quadrilhas!

Ana Maria Bruni

Acorda meu Povo em Itacaré- Bahia

Dez anos depois da urbanização da polêmica rodovia BA 001, que cortou florestas entre o município de Ilhéus e Itacaré, já é possível fazer uma avaliação de seus impactos e resultados sócio-ambientais, e esta é uma importante linha de pesquisa para alinhavarmos quais práticas são sustentáveis para o desenvolvimento sustentável no Sul da Bahia.

A questionada "estrada ecológica" construída pelo PRODETUR, mediante compensação ambiental, numa atuação precisa da ONG ambientalista IESB, trouxe um ganho ambiental importante: a criação do Parque Estadual da Serra do Condurú, marco fundamental para um Sistema de Unidades de Conservação do Sul da Bahia.

Se o Parque foi um marco da conservação, a estrada, que também abriu essa porta, tornou-se a referência principal da primeira década de desenvolvimento intensivo do turismo no Sul da Bahia. Nesse período, como nunca antes, Ilhéus e Itacaré tornaram-se um destino procurado, conhecido e frequentado, inclusive por uma seleta constelação de cecelebridades nacionais e internacionais.
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Entre Ilhéus e Itacaré, a estrada passa pela Vila de Serra Grande, distrito do município de Uruçuca, e aí temos uma paisagem que é pura reflexão. Muito temos a refletir sobre o nosso futuro, quando nos deparamos com o o manto verde da Área de Proteção Ambiental do entorno do Parque Estadual da Serra do Condurú, num ambiente recordista mundial de diversidade de árvores, onde o forte azul do mar declara o bom estado de conservação da plataforma marítima.
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Itacaré atraiu um empresariado interessado na conservação florestal para manter seus negócios com o turismo, mas trouxe consigo outros fantasmas, como a privatização. Do ponto de vista da conservação florestal, a estrada parece ter sido boa pra Itacaré, pois no trecho ilheense, ocorre uma explosiva pressão urbana ao longa da estrada, registrando recorrentes agressões, como denunciamos em nossa reportagem Estrada Ilhéus-Itacaré: Dez Anos Depois.

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Mas a sustentabilidade do desenvolvimento não pode ser avaliada apenas pela conservação dos ecossistemas, mas pelo conjunto sócio-ambiental e econômico regional que se dissolve na paisagem. Ser verde por aqui é fazer justiça social com responsabilidade ecológica, o que requer lideranças públicas comprometidas e um senso ético comum.

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Itacaré é um dos poucos municípios brasileiros onde a campanha Desmatamento Zero atingiu êxito. A opção social pela floresta e pelo verde é perceptível e é por isso que a pequena cidade está se consolidando como referência internacional para o turismo ecológico. Mas a sustentabilidade dessa paisagem, depende, em grande parte da superação da pobreza e da exclusão social.

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Itacaré cresceu, mas alterou muito pouco sua vocação verde. No entanto, dez anos depois de tanta fama e badalação de luxuosos Resorts, a cidade recebeu pouquíssimos investimentos em sua estrutura. Até mesmo o passeio da avenida principal permaneceu igual, e só recentemente teve um tímido recapeamento de cimento.

Não podemos aceitar o nível investimentos públicos realizados nos anos pós-estrada, em políticas essenciais de infra-estrutura, incluindo-se aí um sistema de licenciamento e fiscalização mais eficiente.

O turismo sustentável nesse postal do verde atlântico precisa ser inclusivo, e ser um portal de valorização da cultura e tradições regionais, pois Itacaré é uma referencia para as comunidades tradicionais de pequenos agricultores, extrativistas, quilombolas e pescadores. A vocação indiscutível para o turismo e a conservação estão se tornando aliados da melhoria da qualidade de vida dessas populações.
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Nós acreditamos, que a integração dos nativos no que podemos denominar "Projeto Itacaré" pode servir de referência para o turismo sustentável do Sul da Bahia, e essa integração depende do diálogo permanente entre Nativos e Visitantes, ONG´s e Empresas, Governo e Comunidade.
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A OBRA QUE NÃO DEVIA TER SIDO LICENCIADA

As vezes, os governantes têm boas ideias, mas, por falta de uma boa acessória técnica - e diálogo, executam a boa ideia sem um planejamento correto. Assim, a prefeitura de Itacaré com recurso do governo federal (Prodetur - Projeto Orla), projetou centros de artesanato, cuja execução resultou em um grande equívoco.

A construção, agredindo o principal monumento arquitetônico da cidade, a Igreja Matriz de São Miguel e conjunto de casarões do século XVIII, que ainda se encontram em fase de tombamento definitivo, resultou em diversas ações no ministério público e no embargo da obra, que se traduz em perda de tempo e prejuízo.
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Embargada desde Julho de 2008 pelo Ministério Público e pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), à partir da ação da sociedade civil organizada, a obra deveria ter sido discutida com a comunidade, antecipadamente, e não poderia ter sido aprovada pelo Governo Federal.
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Já a arborização das ruas com espécies nativas foi uma ideia bem executada, até mesmo os jardins de tal obra embargada, especialmente aqueles pés de cacau, tão pouco utilizados em arborização urbana. A arborização urbana com espécies nativas sinaliza para o que pode ser muito bom em Itacaré, ser verde com justiça social e qualidade de vida para todos.

Pode ser chic mas eu acho uma sacanagem criminosa com o povo brasileiro.US$ 4,5 bilhões FMI

Sabem que por aqui o pessoal tá indo pescar para os  filhos terem o que comer? Enquanto pensam em transações comerciais futuras o povo tem fome agora!

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Brasil poderá emprestar até US$ 4,5 bilhões ao FMI, diz Mantega

Com isso, Brasil entrará no clube de credores do Fundo Monetário.Entretanto, FMI terá de solicitar os recursos ao Brasil, explicou ele.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, revelou nesta quinta-feira (9) que o Brasil foi convidado, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), a fazer parte do chamado "Plano de Transações Financeiras" e, com isso, o país voltará a ser credor da instituição de crédito internacional até o fim deste mês, algo que não acontecia desde 1982. Com esta operação, poderá emprestar até US$ 4,5 bilhões ao FMI."São 47 países, que, se chamados a contribuir com o fundo, para poder viabilizar recursos financeiros, poderão fazê-lo. São países que demonstram que têm solidez nas contas externas e têm reservas. Estou aceitando o convite do fundo. É importante para nós, pois estaremos do lado daqueles que vão contribuir caso o FMI precise de recursos para financiar outros paises", disse Mantega.

Sem impacto nas reservas

Mantega esclareceu ainda que essa modalidade de empréstimos não afeta as reservas internacionais brasileiras, que permanecerão no mesmo patamar. "Isso não afeta as reservas brasileiras, que continuarão na mesma situação", afirmou o ministro da Fazenda. Atualmente, as reservas brasileiras somam US$ 201 bilhões, patamar desta última quarta-feira (8).

Ajuda aos mais pobres

O ministro explicou que, em posse dos recursos repassados pelo Brasil, e outros países, o FMI poderá fazer empréstimos para ajudar os países emergentes e, também, economias mais pobres."Os países que estão solicitando recursos do FMI são os emergentes, os mais pobres. Os países avançados não precisam de fluxo financeiro. Os Estados Unidos é o pais que causou a crise, mas é o país que mais tem reservas financeiras. Tem a maquininha de fazer dólares e tem um fluxo que vai para lá", disse ele. De acordo com Mantega, os países que deverão buscar os recursos no FMI são aqueles da América Latina e da África.

"Indiretamente, o Brasil estará ajudando estes países a normalizarem a situação de sua economia. É bom para o Brasil também, pois eles vão ter mais recursos para importar mercadorias, fazer investimentos. Com isso, movimentam a economia local e aumentam as importações brasileiras. E melhora para todo mundo", disse Mantega.

Mais aportes de recursos

O ministro da Fazenda informou ainda que há possibilidade de o país fazer novos aportes de recursos ao FMI, além dos até US$ 4,5 bilhões em empréstimos que foram anunciados nesta quinta-feira. Na reunião do G-20, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou o caráter democrático da reunião e questionou se não seria "chique" o Brasil emprestar dinheiro para o FMI.

"Aquela outra questão que foi mencionada no G-20 é um outro aporte que o Brasil poderá fazer quando o FMI tiver um instrumento adequado. Só podemos fazer aporte que mantenha as reservas no seu patamar. O Fundo Monetário está preparando um título especial que ele vai disponibilizar para os países que querem fazer aporte. Há países que já se dispuserem a fazer isso. Os Estados Unidos querem fazer aporte, a China, o Canadá. O Brasil também fará um aporte", explicou Mantega.

Ainda não está definido, segundo Mantega, quanto o país poderá repassar ao FMI nesta modalidade de aporte de recursos. "O valor que vamos aportar será decidido nesta ocasião [futuro]. Também será das reservas. Será como se fosse aplicação em um título, um bônus", disse o ministro da Fazenda.

No G1

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E a lei? Ora, lei vem e lei vai. Para cada tempo há uma lei.

A lei é filha da história

Idéias sobre a função social da terra

Sei que causa um choque danado nas pessoas essa história de que a função social da terra é essencial ao próprio conceito de propriedade da terra. Isto significa dizer que não existe propriedade rural a ser protegida, ou mesmo desapropriada, sem o cumprimento de uma função social. Para a mentalidade proprietária burguesa, realmente é um choque:

"Como não ser mais o proprietário e ter meu direito protegido se minha escritura está registrada em cartório? Como não posso expulsar invasores se minha terra é cercada há mais de 20 anos?"

Sim, é verdade! Escrituras antigas e amareladas e cercas cercando o nada não bastam mais para garantir a propriedade de imensidões de terra sem cultivo algum. A pós-modernidade exige muito mais do que isso, pois é na terra que são produzidos alimentos para o mundo e é na terra que estão os recursos naturais essenciais à própria sobrevivência da raça humana sobre o planeta. Ao contrário do que pensam os proprietários que ainda guardam escrituras furadas de traças em caixas de sapatos e que apenas renovam suas cercas de ano em ano, a terra não é do homem, mas é o homem que pertence à terra e é quem tem a obrigação de cuidar dela.

Choque maior ainda causa a defesa da idéia de que a ocupação de terras improdutivas - ou mesmo que estejam produzindo em desconformidade com os preceitos constitucionais exigidos para reconhecimento do cumprimento da função social – é ação legítima em busca da concretização do projeto humano sobre o planeta e do projeto constitucional de construção de uma sociedade livre, justa e solidária, fundamentada na cidadania e dignidade da pessoa humana.

Estes choques são resultados da idéia que todos nós temos de que sempre foi assim e que se a lei diz que é verdade, tem que ser verdade. O que pensamos, embora nem sempre saibamos disso, é o que nos ensinou a família, a escola, a igreja, os meios de comunicação e as leis. Então, pensando que temos um pensamento próprio, construímos 'pré-conceitos' sobre quase tudo e passamos a defendê-los como verdades definitivas e convenientes. Nem sempre percebemos que ao invés de personagens reais, não passamos de marionetes manipulados pelos Jornais Nacionais da vida. Aliás, que seria de nós ocidentais católicos sem as novelas da tarde, das seis, das sete e das oito? Sem os comerciais da TV? Sem o big brother? Sem futebol aos domingos e sem salão de beleza aos sábados? O problema é que enquanto estávamos cantarolando que queríamos ser uma "metamorfose ambulante", como pregava o rebelde Raul Seixas, o sistema nos transformava, a todo o momento, em uma "mentalidade imutável".

De todas as mentalidades, talvez a mentalidade proprietária seja uma das mais fortes que carregamos. Não conseguimos sobreviver sem a idéia da propriedade. Precisamos da propriedade. Precisamos 'ter' alguma coisa. Quem não tem, no mundo capitalista, é pobre, sem teto, sem terra, sem emprego e sem dignidade. Então, é imprescindível ter a propriedade de alguma coisa. No mínimo, precisamos ter o conhecimento formal de alguma área das ciências para conseguirmos um emprego. Quem não tem conhecimento não tem emprego e, por consequência, não tem propriedade de nada. A lógica capitalista é esta: precisamos ter conhecimento para ter emprego, dinheiro, carro, casa, telefone celular, notebook... nossas propriedades! Nesta lógica, só é importante 'ser' se for para 'ter'!

Mas nem sempre foi assim. Já houve tempo em que todos 'eram' e cada um tinha apenas o necessário para sua própria sobrevivência e de sua família. Não havia necessidade de acumulação de riqueza, da mesma forma que não havia necessidade de acumulação de propriedades. O que se produzia se consumia e o desperdício era algo incompreensível. Logo, só era necessário se produzir o que se iria consumir, pois não havia como conservar o excesso da produção. Assim perdurou até que o dinheiro foi inventado. Agora, o excesso da produção passou a ser vendido e o resultado dessa venda – o dinheiro – passou a ser usado para comprar terras e outros bens. Estava, portanto, justificada a propriedade da terra para além da necessidade da família como sendo o fruto do trabalho humano.

Ora, sendo assim, no início, como definiu o filósofo inglês John Locke, tudo era a América. Por aqui não havia o dinheiro e, consequentemente, não havia necessidade de se acumular nada. Os índios caçavam, pescavam e produziam o que necessitavam para sua própria sobrevivência. A terra significava apenas o local da produção do alimento, principalmente a mandioca. Nada mais. Ninguém precisava mais de terra do que aquela necessária à produção de alimentos para a tribo. Não havia cercas, currais de gado e nem documentos de terra.

Pois bem, assim aconteceu até que o homem civilizado e católico, por acaso ou intencionalmente, achou estas terras brasileiras. Em termos de convivência, aqui também não era o paraíso e é certo e histórico que os Tupinambás eram guerreiros e a guerra era o significado da sua existência. Um Tupinambá era formado para a guerra, independentemente de quem fosse o inimigo. O importante era lutar e depois banquetear, em festiva cerimônia, o guerreiro inimigo aprisionado para adquirir mais força e poder. Os Tupinambás lutavam contra os Tupiniquins, Tupinaés, Tapuias e contra quem mais se colocasse à sua frente, inclusive portugueses. Com estes, a guerra foi desleal e somente no recôncavo baiano, milhares de Tupinambás foram mortos por Álvaro da Costa, filho do governador Duarte da Costa, e por Mem de Sá, terceiro governador geral, sob as bênçãos do bispo Sardinha. Aliás, por ironia da história, o bispo Sardinha, o primeiro do Brasil, será também banqueteado pelos Caetés na Barra de São Miguel, costa do atual Estado de Alagoas. Dizem as más línguas que no local em que o bispo Sardinha foi assado não nasceu mais qualquer erva daninha. A antropologia moderna, no entanto, questiona a veracidade desta comilança do bispo. Ora, se os índios comiam outro guerreiro para adquirir sua força e coragem, por que comeriam um bispo velho, barrigudo e branquelo ?

É muito intrigante imaginar que a Igreja considerava pecado andar sem roupas e ter várias mulheres, mas não era pecado escravizar e matar os "gentios" ou escravizar negros africanos. Às vezes fico pensando que Deus deve perder tanto tempo buscando justificativas para perdoar os pecados da Igreja que não sobra tempo, apesar da sua onipotência, para cuidar dos problemas menores dos pobres do mundo. Mas isto não é privilégio de uma época. A história da humanidade é permeada de ações católicas que devem ter "enchido o saco" de Deus. Na inquisição, por exemplo, não sei com Deus não morreu de vergonha da Igreja. Como dizia uma freira amiga, "certos Papas só vão para o céu quando morrem por conta da infinita misericórdia de Deus".

Voltando ao nosso caso, antes da invenção brasileira baseada na propriedade da terra em grandes proporções para uns poucos, tivemos outras oportunidades para inventar uma nação diferente, baseada na liberdade dos costumes, sem regras morais católicas, sem propriedade privada, sem roupas, sem repressão... certo que os Tupinambás eram guerreiros, mas também era possível conviver com eles, como assim fizeram os franceses por muitos anos.

A primeira oportunidade de invenção de uma nação brasileira baseada na liberdade e no folguedo foi a deserção de dois grumetes da esquadra de Cabral - há quem diga que foram mais de dois - e alguns degredados que por aqui ficaram, deslumbrados com o novo mundo, quando Cabral, depois da primeira missa, seguiu em busca de um caminho para a Índia. Dizem também que alguns Tupiniquins seguiram com a esquadra em direção à Índia e outro embarcou na nau que retornou para Portugal levando a boa nova do "achamento". Não sei o que aconteceu com o Tupiniquim que foi conhecer a corte, mas há notícias de que os outros morreram em um naufrágio no Cabo das Tormentas, que depois passou a ser chamado de Cabo da Boa Esperança.

Voltando a nossa história, o certo é que ficaram entre os Tupiniquins, em abril de 1500, alguns homens brancos com sua história, cultura e costumes em meio aos índios e índias. Fulerando, folgando, tomando banho de rio, tomando cauim... Pois bem, vamos imaginar que Cabral e outros navegadores da época – Colombo, Vespúcio, Magalhães... – tivessem se deparado com grandes monstros marinhos e abandonado os mares por cinqüenta ou cem anos. Ora, nossos Tupiniquins saberiam da existência de homens brancos que viajavam em grandes barcos e teriam alguns deles em sua companhia, mas continuariam vivendo e evoluindo segundo sua própria lógica e costumes. Pois é, o Brasil bem que poderia ter sido inventado por índios, grumetes desertores e degredados. Todos folgando e tomando cauim... Não deu certo.

Poucos anos depois, por volta de 1510, não se sabe ao certo como, apareceu nas praias de Salvador um náufrago, o português Diogo Álvares, a quem os Tupinambás chamaram de Caramuru, que logo se juntou com a bela índia Paraguaçu. Dizem que Caramuru tinha outras mulheres índias, apesar de sua moral católica, e que teria deixado dezenas de mamelucos no recôncavo baiano. Para Diogo Álvares, era pecado ter mais de uma mulher e andar sem roupas por aí, mas para Caramuru certamente era importante aproveitar da hospitalidade dos Tupinambás. Pois é, o Brasil bem que poderia ter sido inventado por índios Tupinambás, Caramuru, Paraguaçu e sua descendência, sem pecado, sem propriedade e sem dinheiro... Não deu certo.

Além de Caramuru, outro náufrago português viveu com os índios antes da chegada da expedição de Martim Afonso de Sousa, em 1530. Conta a história que João Ramalho teria chegado ao litoral paulista em 1513 e tivera vários filhos com a índia Bartira, filha do cacique Tibiriçá, da tribo dos Guainases. Como era de costume, João Ramalho também deixou dezenas de mamelucos no planalto paulista. Não sei se Caramuru e João Ramalho se conheceram ou se tiveram contatos com os degredados e grumetes de Cabral, mas a conta já é grande de portugueses e mamelucos no Brasil antes do início oficial da ocupação, em 1530. Não é loucura pensar, portanto, que Caramuru e João Ramalho bem que poderiam ter se encontrado para selar a paz entre os Tupinambás e seus inimigos. Neste clima de paz, quem sabe, os índios unidos teriam resistido à ocupação e hoje o Brasil seria um país com dezenas de línguas, culturas diversas, sem nordeste pobre e sudeste rico, com uma vasta mata atlântica, rios limpos... não deu certo também.

Estavam perdidas, portanto, as oportunidades históricas de uma invenção diferente para o Brasil. Nosso destino seria mesmo o ufanismo de Brasil potência e daquela história mais recente: "Brasil, ame-o ou deixe-o"!

O fim dessa história todos nós sabemos. O Brasil foi inventado, dezenas de anos depois do "achamento", para plantar cana-de-açúcar, criar gado, exterminar os índios selvagens, escravizar negros africanos, explorar o ouro e estabelecer a propriedade privada da terra através de capitanias hereditárias e imensas sesmarias. Poderia ter sido diferente, mas não foi. A história que se conta hoje é a história dos vencedores. A história que se conta é a de Cabral, Martim Afonso, Tomé de Sousa, Duarte da Costa, Mem de Sá, das capitanias e das sesmarias. Índios, degradados, posseiros, negros, pequenas posses de terra e os demais vencidos não tem história para a historiografia, mas ainda podem resgatar um dia a sua própria história.

Tudo isso, por fim, foi para dizer que nem sempre foi assim, que poderia ter sido diferente e que pode ser diferente hoje. A mentalidade proprietária é uma invenção burguesa da mesma forma que também o é a lei criada para proteger esta propriedade. Portanto, isto a que nos apegamos hoje como sendo um direito natural, não passa de uma construção histórica recente, uma invenção, uma criação daqueles que ocuparam as terras e mataram os que aqui já estavam.

Sendo assim, falar em função social da propriedade da terra, em vista da história da invenção brasileira, não é coisa de outro mundo, mas desse mundo brasileiro mesmo. Se já fomos – lá eles – capazes de inventar uma nova forma de relacionamento com a terra, também podemos inventar outra. A história é assim. Vem uma idéia nova e vai uma idéia velha. O novo nasce do velho, que resiste até morrer. Daí, começa tudo de novo... O importante é ter em mente que o presente é diferente do que já 'foi' e o que 'virá' também será diferente do que 'é' e do que já 'foi'. Isto é inevitável, apesar de uns e outros.

E a lei? Ora, lei vem e lei vai. Para cada tempo há uma lei. Não é a lei que determina o tempo e a história. Ao contrário, a lei é o resultado da superação das contradições da história. Se existe dúvida em relação a quem nasceu primeiro, se o ovo ou a galinha, o mesmo não se pode dizer em relação à lei e a história. A lei é filha da história. Assim sendo, aqueles que lutam fazem a história e os que ficam apenas observando escrevem a lei. Vai ser sempre assim, eu acho...

Voltando ao começo da conversa, eu não entendo como alguém pode ainda pensar, nesta quadra da história, que é o "proprietário" de uma vasta extensão de terra simplesmente por conta de uma escritura registrada em cartório ou por conta de quilômetros de cerca de arame farpado cercando o nada. E o pior : continuam pensando que o Direito existe para proteger sua "propriedade" contra os "não-proprietários". E o pior de tudo : muitos juízes ainda pensam que é assim mesmo!

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Gerivaldo Alves Neiva*Juiz de Direito da comarca de Conceição do Coité/BA

Do Migalhas